Castelete Sempre

"Este avantajado gigante...é a alta e poderosa muralha natural que defende a Vila das grandes e furiosas tempestades..." Alberto P.Lemos "Pedras Negras"

Nome: Jose Augusto Soares

Domingo, Julho 29, 2007

Almoço (3)

Aproxima-se o almoço proposto por este blogue.
Aproveito para desde já agradecer aos que tiveram a amabilidade de aceitar.
E também uma palavra para os que, por este ou aquele motivo, não podem estar presentes.

Estão inscritos:

Sandra Amaral, “S.Mateus do Pico”
Fernanda Silva, “Ilhas do Mar”
Teresa Proença, “Devaneios”
Mariana Matos, “Ardemares”
Fátima Rosado, “Bordado de Murmúrios”
Paulo Areias
João Ávila
Artur Xavier
Urbano Bettencourt
José A. Soares, “Castelete Sempre”

Há ainda outra inscrição, de “Observador”, que não é possível identificar.
Agradeço que me contacte, através do 93 7613271 ou por mail, se preferir.



Proponho o dia 4 de Agosto (sábado) no Restaurante “Lagoa”, nas Lajes, pelas 13,00 horas.
Ainda não falei com o dono do Restaurante, o Gilberto, mas penso não haver problema.
E se houvesse, avisaria.
Mas aceito outras sugestões.

Até lá ainda darei notícias.

Vamos fazer deste almoço uma oportunidade para nos conhecermos melhor.
Viva o Pico!

Quarta-feira, Julho 25, 2007

"Tasca das Terras" 2007

A “Tasca das Terras” vai funcionar na antiga esplanada do “Sr.Edmundo” durante a “Semana dos Baleeiros” deste ano.
Boa notícia!
A provar que quando há vontade, é possível o entendimento.
Parabéns à Direcção do Salão das Terras e ao Nuno Dinis.
Muito bem!

Domingo, Julho 22, 2007

Submerso

Inverno de 1962.
Onde está o campo de futebol?
Submerso.
O mar entendeu ocupar muito do espaço que habitualmente não é seu.
Há muitas fotografias deste género, algumas das quais já postas neste blogue, mas são todas diferentes, cada uma mostrando este ou aquele pormenor.
Espectáculo natural de uma beleza extraordinária.

Quinta-feira, Julho 19, 2007

Meditar com Madalena Férin (1)



“do oceano trouxe o mito e as tempestades
marés e vento ondinas e sereias
do oceano trouxe a intensa escuridão
da Atlântida diluída em minhas veias

do oceano trouxe garças e procelas
do poeta herdo a angústia que me acorda
do oceano trouxe o ritmo que regressa
sempre ao cais de onde parto a toda a hora”

Quinta-feira, Julho 12, 2007

"Quando o mar galgou a terra"


Anos 50.
Hoje achamos graça à fotografia.
Mas na época, poucos deveriam sorrir ao presenciar este espectáculo.
Terrível, ameaçador.
Nada consegue suster a força da Natureza.
Impressionante!

Segunda-feira, Julho 09, 2007

Meditar com Álamo (1)

“Se são ou não farrapos da lendária Atlântida, são, com certeza, ilhas geradas pelo fogo na água, por amor. Que amor foi esse? É pura especulação. Sabe-se que foi (é) amor violento, desse que sem descurar a conveniência de um namoro platonizado por recato e pejo, vai da mordedura sensual nas costas à penetração mais profunda do abismo, descida aos infernos, um grito que nem os pássaros, no seu vôo migratório norte/sul, conseguem captar. Este amor não se pode ver. Apenas se pode pressentir/sentir quando acto consumado. E pode ver-se as mãos da água pousadas sobre a ilha, mas não se pode ver o fogo recolhido à serenidade do seu próprio espasmo."


Sexta-feira, Julho 06, 2007

Pesqueira 1961

Era assim a Pesqueira no princípio dos anos 60.
Muitas vezes passei por aquela estreita entrada, chapéu de palha na cabeça, um cesto de verga, uma lata de minhocas e o caniço ao ombro, à “conquista” dos pequenos peixes que a lagoa nos oferecia.
Reparem na diferença da Ribeira do Meio para os dias de hoje!

Terça-feira, Julho 03, 2007

"Terra Santa"


Não, não é “montagem”.
Aconteceu em 1947, e ainda bem que alguém, na Horta, registou este momento que acho único.
As nuvens formaram uma cruz por cima do Pico, e o mínimo que se pode dizer desta fotografia é que é espectacular.
O capricho da Natureza a dar razão a quem apelida o Pico de “Terra Santa”.
O navio ainda faz lembrar a Grande Guerra terminada dois anos antes.
Tudo o resto parece estar parado a contemplar este instante soberbo.

Domingo, Julho 01, 2007

Meditar com Daniel de Sá (1)


"A única maneira de acelerar um corpo em movimento sem aumentar o dispêndio de energia é diminuir-lhe a massa. De maneira que, tendendo a massa para zero, a energia tenderá para um valor nulo. Até que se chega às partículas sem massa, como a luz ou as ondas hertzianas, e se atinge a chamada velocidade infinita.
A educação pública em Portugal serviu sempre os interesses do Estado, segundo a perspectiva dos governantes. Foi assim com o Marquês, despótico e totalitário, ou com o Liberalismo, incerto e atabalhoado, ou com a República, positivista e vesga, ou com a ditadura, ensimesmada e prepotente. No entanto, havia sempre a exigência de algum saber útil.
Mas os governos dos últimos anos passaram a ter como finalidade máxima o brilharete das estatísticas, tendendo para o zero em reprovações. Ou seja, o infinito. Ora, como para atingir a velocidade infinita é necessário que as partículas em movimento sejam de massa nula, só com um valor nulo de conteúdos o ensino alcançará o zero em reprovações. A tendência é essa."

01 Montanha do meu...